A Prece nas Reuniões Espíritas

A Prece nas Reuniões Espíritaspree de natal.jpg

Allan Kardec nos ensina:

“É, sem dúvida, não apenas útil, porém necessário rogar, através de uma invocação especial, por uma espécie de prece, o concurso dos bons Espíritos. Essa prática predispõe ao recolhimento, condição especial a toda a reunião séria” (“Viagem Espírita em 1862”, cap. XI, pág. 144).

No início e no término das reuniões espíritas fazemos a prece para que o ambiente espiritual seja favorável e tenhamos a presença de Espíritos elevados, que a prece atrai, o que será uma garantia de proteção contra o mal. No decurso da sessão mediúnica, a oração será utilizada em benefício dos companheiros e dos Espíritos, pelo potencial de forças fluídicas que a prece consegue aglutinar.

A prece, contudo, será sempre mais poderosa se partir de uma alma elevada, de um Espírito de conduta ilibada, de uma criatura de bons sentimentos. Há pessoas que, por haverem conseguido libertar-se das paixões animalizantes e dos interesses egoísticos da Terra, fazem de sua vida uma prece permanente. A prece nelas é cultivada com naturalidade e eficiência extraordinária, enquanto que nós temos ainda que nos esforçar para que nossa rogativa atinja o objetivo colimado. Continuar lendo

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No Solo do Espírito – psicografia de Chico Xavier

MORRER PARA DESCANSAR

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Irmão X

Desenvolvera-se Sérgio Mafra nos conhecimentos do Espiritismo cristão, tornara-se elemento de valor entre os companheiros, colaborava atencioso, sempre que chamado a serviço, mas apresentava um defeito grave: era demasiadamente triste e pessimista e vivia em desacordo com todos os processos da experiência humana. Estimava a tarefa que lhe fora cometida, não se negava ao concurso fraterno; contudo, desejava morrer, abandonar o mundo para sempre e entregar-se ao descanso em convivência com as entidades amorosas do plano invisível.

Ricardo, amigo de muito tempo, assistia-o do campo espiritual, desveladamente. Sérgio observava-lhe a fisionomia iluminada, através da visão mediúnica e recordava, imediatamente, a ideia de morte. Continuar lendo

Convivência

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Martins Peralva

Eu não vim chamar os justos…

Foi o banquete em casa de Levi, o futuro evangelista Mateus, que ensejou ao Mestre as palavras em epígrafe.

Palavras que venceriam os séculos, os milênios… Levi era publicano, o que, na antiga Roma, significava “cobrador de impostos”.

Os publicanos eram detestados pelos judeus, que não gostavam de pagar tributos a César, especialmente porque os misteres de arrecadação favoreciam, da parte de funcionários inescrupulosos, já àquele tempo, extorsões duras e polpudas.

De maneira geral, portanto, eram mal vistos os publicanos, na comunidade israelita, embora entre eles houvesse homens de bem, inatacáveis por sua probidade. Continuar lendo

Aniversário da Casa de Kardec e Amelie – Vamos comemorar

Momento de comemoração e meditação. Quanto fizemos e o tanto a fazer com Jesus e Kardec.

Ave, Cristo!

AS DUAS TRISTEZAS

As Duas Tristezasconflito-interno

Emmanuel

 

Há, sim, a tristeza construtiva – aquela que nos impulsiona para a Vida Superior, encaminhando-nos para o trabalho da melhoria íntima, perante a sede de ascensão espiritual.

Existe, porém, a outra – a tristeza destrutiva – que se traja de luto, por dentro do coração, todos os dias, espalhando desânimo e pessimismo onde passa.

Observa a ti mesmo, a fim de que te imunizes contra semelhante doença da alma. Continuar lendo

Colheita

COLHEITAseara-do-senhor

 

 

 

 

 

Maria Dolores

Se consegues guardar o coração

Sem queixumes em vão,

Além das nuvens densas,

Feitas em vibrações de sarcasmos e ofensas,

Sem que a força da fé se te degrade,

Quando rugem, lembrando tempestade…

Se olhas pare o mal que te rodeia,

Respeitando, em silêncio, a luta alheia,

Se não te fere ouvir Continuar lendo