MEDIUNIDADE E PERSEVERANÇA

Mediunidade e Perseverançaftw-940x-mediuns.jpg

André Luiz

Mediunidade pede atenção especial num capítulo: Perseverança.

São muitos os candidatos ao serviço do intercâmbio espiritual que mal começam a iniciação, querem chegar ao fim.

Transmitem a palavra de companheiros desencarnados num dia e admitem a possibilidade de assimilar Q ensinamento dos instrutores da Vida Maior em outro.

Ignoram que o medianeiro terrestre está diante dos luminares do Universo, à feição do aprendiz perante o professor.

Certamente, o aluno interpretará o mestre, isso, porém, não se verifica sem que atenda aos preceitos da escola.

Ninguém afirmará que o pupilo das letras primárias não seja estudante e nem se pode sonegar o contato dele com os diretores do estabelecimento de ensino.

Contudo, para que exprima o ensinamento dos mentores da instituição, há que satisfazer à vários currículos com o auxílio de autoridades intermediárias e somente à custa de aplicação e tempo conseguirá altura de nível para ombrear com eles.

Por que isso aconteça não significa que o educando deva desistir do aprendizado. Toda experiência de natureza moral subordina-se a princípios de desenvolvimento qual ocorre na ordem física.

O fruto não aparece no dia da flor.

A casa não se materializa simplesmente porque o projetista haja traçado um esboço perfeito. Entusiasmo aquece o trabalho mas não substitui o serviço.

Ideal define a obra, sem ser a construção.

Tudo o que é alguma coisa exigiu começo.

Faculdades mediúnicas não escapariam leis de nascimento e maturação.

Abandonemos o sentido de pressa nas edificações do espírito.

Toda precipitação é fator predisponente do desastre e findo o acidente é impossível prever as dificuldades do reajuste.

Mantenhamos a constância no estudo e na ação.

Persistência é lealdade à consciência.

O médium evoluirá trabalhando e se elevará servindo.

Nada de reclamações nem  bravatas.

Tomemos cada qual de nós, os tarefeiros desencarnados e o seareiros do plano material, as obrigações que nos competem sem o intento de exceder a nossa capacidade, mas sem deixar de sermos úteis a pretexto de modéstia.

Estimemos a preparação. Razoável refletir que em matéria de ministrar revelações das Esferas Superiores aos caminhos humanos, Jesus despendeu trinta anos na Terra para evangelizar aproximadamente por trinta e seis meses e Allan Kardec aprontou-se por mais de meio século para doutrinar num período de pouco mais de dois lustros.

Estudemos a lição.

Livro: “Sol Nas Almas” – Psicografia: Waldo Vieira – Pelo Espírito André Luiz – Lição: 68

 

Inscreva-se em nosso Canal no YouTube:

banner4Gênese Web

Compartilhe

https://www.youtube.com/channel/UCti5pKubyP2FCYBPOsxAeGw

Deixe um comentário

Faça o login usando um destes métodos para comentar:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google

Você está comentando utilizando sua conta Google. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Saiba como seus dados em comentários são processados.