Estudo do Apocalipse – Tema: Alimento Espíritual

Honório Abreu 1999

15 – Apocalipse  2: 7-11

Em 20-11-1999

 

Nós vamos retornar a linha dos nossos estudos.  Na  reunião  passada nós completamos ou tentamos completar os registros contidos no Apocalipse no Capitulo 2, versículo 7 que a gente vai ler e ver se ficou alguma coisa parada, alguma coisa que possa ser trabalhada. É exatamente no que reporta a carta dirigida à Igreja de Éfeso, que é a primeira constante dessas Igrejas,  às quais foram dirigidas as orientações  através da sensibilidade de João Evangelista: “7 Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas: Ao que vencer, dar-lhe-ei a comer da árvore da vida,  que está no meio do paraíso de Deus”.  E vamos ler os versículos seguintes até o versículo número 11:  “8 E ao anjo da igreja que está em Esmirna, escreve:  Isto diz o primeiro e o ultimo, que foi morto, e reviveu: 9 eu sei  as tuas obras, e tribulação, e pobreza (mas tu és rico), e a blasfêmia dos que se dizem judeus, e não o são, mas são a Sinagoga de Satanás. 10 Nada temas das coisas que hás de padecer. Eis que o diabo lançará alguns de vós na prisão, para que sejais tentados; e tereis uma tribulação de dez dias. Sê fiel até à morte, e dar-te-ei a coroa da vida. 11 Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas: O que vencer não receberá os danos da segunda morte.”

 

A gente queria antes de passar ao versículo 8, que fala dessas relações com a igreja de Esmirna, perguntar ao grupo se ficou bem completo, bem entendido, o que se contém no versículo 7: ” Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas: Ao que vencer, dar-lhe-ei a comer da arvore da vida,  que esta no meio do paraíso de Deus”.

(P) – A árvore do bem e do mal?

(H) – E’, eu acho que nós não chegamos a detalhar e seria interessante porque cada uma das cartas, apresenta um sistema trabalhado pelo evangelista, por João. E  vamos notar que esta  trabalha exatamente, o acesso à arvore da vida. Essa   que nós lemos hoje, “o que vencer não  receberá o dano da segunda morte” . A  terceira, “quem tem ouvidos ouça o que o Espírito diz às igrejas e ao que vencer darei a comer mana escondido e dar-lhe-ei uma pedra branca e na pedra um novo nome escrito o qual a ninguém conhece, senão aquele que o recebe”.

Então, nós vamos notando que o fechamento de cada uma das epistolas, das cartas,  apresenta um sentido bem determinado. É  como se tivesse mostrando em cada grupamento deste, desses,  uma linha direcional em função da própria jornada levada a efeito na busca de afirmação  em novas bases. Quer  dizer, a heterogeneidade está presente em todo o contexto evolutivo.

A  gente observa que na própria predisposição  intima para o trabalho, está servindo a Deus,  alguém  que está orientando um coração, terapeuticamente, em função dos seus males,  está orientando, está tendo o seu mérito alguém que está trabalhando o campo intimo, mental, psíquico,  de alguém. Está  trabalhando na grande faixa de ação no bem, o cientista na intimidade de um laboratório com um trabalho digno,  o que está dirigindo um ônibus agora, conduzindo seus passageiros. Enfim, tudo representa a extensão da dinâmica operacional no Universo,  nas mais variadas posições.

Da  mesma forma, cada um de nós tendo em vista as linhas que nós percorremos no terreno das reencarnações, cada um de nós apresenta um soma especifica de caracteres segundo o terreno que nós jornadeamos. Segundo  as eleições  que nós fizemos no decorrer dos tempos,  quanto aos interesses, à tônica das nossas buscas interiores. Então, nós temos gente se despertando para a grande expressão do amor, que estão vindo aí de batalhas de lutas, muitas das experiências vividas no atendimento de ideais muito assim no plano social, visando, vamos dizer, politicamente determinar os caminhos que possa levar a serenidade aos corações.  Outros  conseguiram sedimentar determinadas aberturas para a realidade do amor por outros caminhos.

Então, nosso campo mental, cada um de nós possui valores enormes,  das mais diversificadas expressões. Por  isso é que a nossa ótica, por isso é que a nossa soma interior de reflexos que marca o nosso piso de existência, ele pode ter exigências e necessidades que o nosso amigo do lado, companheiro,  por mais próximo, não teme,  porque a mente dele foi forjada encima de uma soma diferente de recursos e de caracteres.  Então,  é preciso que a gente tenha esta visão. O  amor na sua essencialidade ele é uno no universo. Mas , os componentes que marcam o crescimento e o amadurecimento do Ser, naquele contexto, pode apresentar aspectos de diversificação.

Então  nós podemos ter,  por exemplo, num campo de futebol um time que está jogando, que tem 11 componentes. Um que sabe perfeitamente controlar a bola trabalhando por exemplo, como aquele que ataca, mas coloca ele lá na defesa ele não segura nada. O outro trabalha lá atrás, e não entende nada que acontece lá na linha de frente. Então é preciso que a gente tenha uma ótica, como o próprio Paulo fala, quando faz uma demonstração para nós do corpo.

Cada  célula  do nosso corpo tem o seu papel. Imaginemos se as células do nosso fígado resolvessem sair do fígado para integrar as células do músculo cardíaco. Talvez, o fígado necrosasse e o coração não funcionasse, porque já existe uma linha vibracional que integra uma na outra. Então,  vamos ter essa ótica. Saber valorizar os Seres no departamento onde eles estão situados.  No  patamar em que eles se encontram. Então, da mesma foram, no campo cármico, nós trazemos registros que outro companheiro nosso não apresenta. Temos  determinados pontos que para nós representa um sobrepeso dentro dum plano de consciência e que o outro está perfeitamente liberado aí. Então, a pessoa:

Ah! vou fazer isso!

Ah! Você é doido de fazer isso, eu não faria isso não! ah!

Por que? Ele não tem um histórico que o outro, que estava apreensivo, tem. Não  querer dizer que é uma falta de uma visão da lei ou um conhecimento restrito da verdade.  É  porque a criatura trás em decorrência daquilo que ela pode experimentar. E  tem gente que não tem essa experiência, não tem essa capacidade, por enquanto, nós estamos entre esses que estamos aprendendo isso agora, tentando caminhar numa faixa bem abrangente, bem tranqüila, com ampla valorização. Vamos pensar nisso.

Então, na questão no item 7 no versículo 7,  “…ao que vencer dar-lhe-ei a comer da árvore da vida…”  O que aconteceu?  Nós  vamos notar a existência de duas árvores no Velho Testamento, lá no livro do Gênesis, não é isso? Vamos observar, rapidamente, para que a gente possa entrar na outra parte, vamos relembrar aqui como é que nós trabalhamos aqui. Aqui diz assim….

(P) – Honório, eu queria pergunta uma coisa, antes de mais nada,  essas cartas que ele escreveu, ele escreveu por ele ou foi mediúnico?

(H) – Ah foi  via mediúnica! Pela intuição dele, pela percepção, não é isso? Diz assim: E o senhor Deus (no versículo 9), fez brotar da terra toda árvore agradável a vista e boa para comida. e a árvore da vida no meio do jardim e a árvore da ciência do bem e do mal. Então, nós vamos ter duas árvores posicionadas aqui. Lá  no versículo 16, diz assim: “e ordenou o Senhor Deus ao homem dizendo:  De toda árvore do jardim comerás livremente, mas da árvore da ciência do bem e do mal dela não comerás,  porque no dia em que dela comeres, certamente morrerás”.

Então,  houve como que um impedimento de alimentação da árvore da ciência do bem e do mal. Não  é isso? Esta que foi impedido. Porque  o atendimento, o acesso nosso a árvore da vida, ele é comum e normal,  porque é  ela que mantém, que  assegura o estado de euforia interior no encaminhamento das  nossas experiências,  dos valores da própria existência. A  ciência do bem e do mal, a árvore,  representa aquela parte vinculada ao terreno intelectivo do Ser.

(P) – Em justiça, também?

(H) – E fala em termos de justiça. Então, a ingestão nossa das leis que regem o universo, por si só,  essa ingestão não atende. Tanto é que os maiores dramas dos corações residem aonde? Não é no desconhecimento da lei, porque quem desconhece a lei, o que ele faz ainda que não seja bem consoante com a realidade maior,  ele não atem marcas profundas no psiquismo porque ele agiu de maneira desinformada. Então,  a árvore da ciência do bem e do mal,  é a árvore que a doutrina espírita está abrindo para nós aqui, no campo do conhecimento.  Que  todas as áreas cientificas propõem.

É! Nós  termos acesso ao campo informativo. Então  definindo o exílio das entidades que aqui aportaram,  na fixação concreta do homem na sua essencialidade, já vieram para cá com doses informativas suficientes. Agora,  na medida em que nós vamos apreendendo conhecimentos, o grito intimo é de aplicabilidade desses conhecimentos recebidos. Se  a aplicabilidade dos conhecimentos não é calma, e tranqüilamente  levada efeito,  o próprio  conhecimento recebido age de maneira coercitiva, refreando e nos levando ao descontrole, ao desconforto.

Então, todas às vezes que nós recebemos um conhecimento novo, nós temos uma certa pauta que  se abre para que trabalhando o regime intimo dos nossos recursos, a gente possa fazer um sistema de ajustes à nova mensagem. Então, Jesus não veio trazer paz à terra. Ele  não veio trazer tranqüilidade  imediata para nós. Ele  é o príncipe da paz desde o instante em que nós dominamos o território, como ele domina, o território que é dele, no campo intimo. Então ele domina todo o processo em base de harmonia, de equilíbrio. Então, ele veio trazer espada. Que  é a espada? É  o componente da luta.  Agora,  se nós soubermos aplicar convenientemente, a espada numa luta intima,  nós temos acesso a instauração do Filho do Homem que é o retorno dele em equilíbrio e harmonia. Então, a cada instante Jesus, o que dispara o processo educacional chega informando na medida em que nós passamos a compreender o Evangelho. E  essa compreensão, a nível intelectivo, ela vai propor uma tarefa, uma atividade, que respalda o coração,  num plano afirmativo em bases educacionais.

A  proposta que se nos abre na atualidade apocalíptica do momento, é esta. Saber  apropriar conhecimentos,  e laborar esse conhecimento no campo prático,  para que deixe de ser uma ameaça constrangedora, para ser uma conquista confortadora, harmônica, pela capacidade de realizar.  Será  que deu para entender?  Então, esse mecanismo continua.  Porque  antes os padrões perceptivos do que é certo e do que é justo, eram conquistados, esses padrões, mediante o impacto das próprias circunstancias na evolução. A gente aprende apanhando. Aparente pelo regime da dor, dentro da chamada dor evolução. O  animal aprende pela dor evolução. Por  isso o sofrimento dele, em tese, é diferente do nosso. Como  tem alguém que está visitado por um problema serio, aproxima de um ambiente que possa sanear a sua dificuldade, e se esse processo, esse problema que o trouxe, tem o caráter indutivo sobre a tutela da evolução, ele vem, e  melhora de imediato. Porque  o papel daquela dificuldade foi projeta-lo. Ele  se projetou. Sarou. Então, nós podemos ter duas criaturas debaixo da mesma sintomatologia, do mesmo diagnostico, mas as causas são diferentes. A causa de uma é despertar. A causa da outra, é quitar.

O  que é para despertar, entrou no terreno, começa a sanear o processo. O que é para quitar, ela tem que respaldar calma, e tranqüilamente a dificuldade. Logo  o capelino chega aqui, no nosso Orbe, o capelino vocês sabem de quem nós estamos falando, vamos chamá-los, chamar de capelino, aqueles elementos emersos, vindos de outros ambientes, para cá. Porque  quando,  vamos repetir isso aqui, ligeiramente.  Quando  o homem foi formado aqui, segundo o versículo 26, “e disse Deus, façamos o homem a nossa imagem, conforme a nossa semelhança!  Vamos relembrar isso porque tem muita gente que está vindo agora, recentemente, que pode apresentar alguma duvida. Então, seria o seguinte: a  evolução  propõe,  o desenvolvimento, e a abertura do psiquismo do Ser, através  de vários reinos.

Aqui nós temos o laboratório nosso que é a terra. Então ele vai sequenciando.  Na  hora que o elemento atingiu uma determinada faixa de fixação de caracteres que já propõe uma abertura do campo mental, para conquista do pensamento continuo, então começa haver um processo de elaboração. “Façamos  o homem a nossa imagem, conforme a nossa semelhança”.  Se  o verbo é fazer,  a criação é divina, mas a elaboração,  no contexto dos componentes celulares,  pertence a quem? Aos espíritos!  Aos  técnicos. É  como se nós tivéssemos num laboratório de engenharia genética, e o engenheiro está lá pesquisando o que é que pode fazer para melhorar determinados padrões,  no campo genético. Então, a criação é divina,  e a realização,  dos Espíritos, dos técnicos.

“Façamos”.  Então, aqui nesse, nesta faixa,  está o laboratório especifico da forma humanizada. Façamos, no plural,  muito,  o  homem,  conforme a nossa imagem. Não é isso? À nossa imagem conforme a nossa semelhança. Então  nós temos imagem sugerindo reflexo. E  temos semelhança, significando o que? Aproximação. Então  essa expressão:  imagem e semelhança,  não é do Criador! São  dos técnicos que laboram, dinamicamente, sob a tutela d’Ele.

Então nós somos imagem de Deus, porque refletimos o pensamento superior em Deus, mas somos imagens e  semelhança dos co-criadores.   Deu  para entender isso?

(P) – Semelhança, não é…

(H) – Semelhança é aproximação, é ajuste, é linha de relação.

(P) – Mas, não é igual?

(H) – Não. Agora nós vamos notar que dentro, aqui, nós temos. Então, vamos repetir, como nós normalmente lembramos, eu vou colocar aqui um período de 45 milhões de anos passados. Vamos  encontrar, sem preocupação de anotar porque isso é uma retrospectiva rápida, já foi falada, isso aqui.

Nós vamos encontrar aqui os chamados Priopithecus, Parapithecus, são  expressões fossilizadas que a ciência  detecta 25 milhões de anos atrás, Propiopithecus. Fica lá. rapidamente o nome  para dar uma idéia para vocês. 10 milhões de anos  atrás, Priopithecus, Ramapithecus é dessa linha na subida que nós temos, há 10 milhões de anos atrás, praticamente, os Ramapithecus aqui. Nessa altura, as alterações são levadas a efeito,  promovendo o que? A bifurcação. Quando  chega aqui nessa subida para o homem, e aqui um  desvio para os Símios, eu vou encontrar mais ou menos aqui  6,5 milhões de anos, o Australopithecus, cerca de 3,5 a 4,0  milhões o Australopithecus evoluído. 2,3 milhões de anos atrás, Homo Habilis.  Dou  um salto para l, 8 milhões  atrás, vou falar em termos de Homo Erectus/Erectus, que é o Homem de Java, estudado por Eugenio Duboit, em 1890. Chamava-se Homem de Java ou Homo Erectus, hoje Homo Erectus/Erectus, assemelhado muito proximamente com o Simantropo ou o Homem de Pequim.

Então,   Pitecantropo e Simantropo, muito próximos,  de 1 milhão de anos pra cá. Aí entra uma linha enorme de experiências.Vamos  encontrar: Homo Hot Chevale, Homo Solo, Homo Rodeziano, e N outros que a ciência vem catalogando. Quando  nós chegamos ao homem de Neanderthal,  aí nós estamos começando a trabalhar uma sedimentação do Homem Sapiens. Mais à frente o Homo-Sapiens-Sapiens, vamos colocar com o Cromagnon. Não  é isso? E  30 milênios pra cá.

Então a linha  foi muito demorada, de muitos milhões de anos. Trabalhando. o que? A instauração do mecanismo técnico, cientifico, operacional no campo do Orbe mas, ao mesmo tempo,  trabalhando as estruturas psíquicas  do elemento. Que  diferenciou essa saída aqui, para a humanização? A instauração do pensamento continuo.  Então, até aqui atrás, nos animais superiores,  nós tínhamos as idéias relâmpagos, ou as idéias fragmentos. Um cão,  por exemplo, é dotado dessas idéias fragmentos.  Só  que ele não tem estrutura cerebral, nem estrutura psíquica suficientemente nítidas, com uma mente já desabrochada,  para instaurar o mecanismo dedutivo dentro dele pelo pensamento abstrato. Então, ele perde. Tirou o componente de observação que mantém a linha dele de poder detectar, corta. Porque  ele não é capaz de pensar. Deu  uma idéia para você? Nós aqui para frente já começamos a analisar. Tanto  que quando instaura o pensamento continuo,  de imediato, inicia-se o mecanismo nas regiões da laringe, glote, faringe, e outras implementações da área da fonação e da respiração,  para que ele possa falar. Com  base em que? Nas linhas registradas no psiquismo pelos silvos, pelo canto dos pássaros, pelo coaxar dos batráquios. Deu uma idéia pra você?

Então, tudo isso psiquicamente embutido naquele componente de evolução, vai ser trabalhado para instaurar a capacidade de manipular a voz. E naquela tentativa de falar, o que vai acontecer? Ele fixa o pensamento. Então, o pensamento é fixado pela preocupação, pela proposta de decodificar a idéia. Então  as idéias fragmentos e as idéias relâmpagos,  vão ser pela implementação do falar, do  apropriar esses elementos que vão chegando. Ele  vai apresentar outras expressões. E  na intensificação  de firmar o pensamento, ele vai trabalhando linhas do desejo, de interrogações,  já apresentando uma alentada  dose de substancia intima. Ele está laborando agora com o pensamento imagens, perceberam o sentido? Não é mais a imagem, é da arvore viva na frente dele. Nem  dum rio, nem duma folha, nem um fruto. Ele  começa a ter capacidade de alimentar.

Então  nós vamos notar que a substancia intima identificado, ou vinculado às teias da relação mental,  nos fluidos ambientes,  vão ajudando ele a apresentar isso. Encima  desse acontecimento ( eu estou indo mais atrás porque  tem gente aqui que não participou disso lá atrás) então encima dessa força em que começa a laborar padrões para além do concreto, mas dentro de uma subjetividade que se concretiza dentro dele, ele vai eleger dentro do seu psiquismo,  a memória. A  memória, toda ela de maneira automática, natural, não perceptiva. Agindo  como um componente automático na indução do Ser. A  memória agora se sublima com a capacidade do Ser recorrer as emersões dos fatos vivenciados. Então o continuísmo da idéia consciente,  faz surgir sob o pedestal do instinto, a área  da memória.  Aí  abre a capacidade psíquica do Ser.  Ele  olha esse lápis  aqui e vai lá atrás é capaz de lembrar do dia que ele estudava na escola que era um lápis fininho. Perceberam? Aí ele sai em planos extraordinários.   Isso  no campo técnico tradicional,  objetivo, da evolução. Por aí  vocês notam o que significa o plano de estruturação evolucional no campo da estrutura ética ou da estrutura moral.  Perceberam o sentido? Aí é que nós vamos ter novos desafios, novos desafios.

Então,  quando esse homem,  voltando agora ao nosso laboratório aqui, quando este homem,  trabalhado nas suas  implementações  pelos técnicos espirituais,  estavam organizados,  os elementos que passaram a laborar nesse corpo formado,  apresentavam uma distonia completa (isso é para chegar na arvore da vida), apresentavam uma distonia entre a estrutura física e a intimidade psíquica.  Porque  quem chegou aqui é porque vem da retaguarda.  Escapou  por um triz de vir para cá. Porque  os que estão vindo pra cá, que não conseguiram  se ajustar aqui, repousaram aqui,  na área dos Símios da atualidade. Mas  tem dentro dele um psiquismo que vai abrir a razão e a inteligência dele, para conquistas outras.  Só  que está espiral aqui vai abrir assim.  Ele vai voltar para essa convergência aqui olhando em função do passado e divergência, em função do passado pra cá.

(P) – Isso é natural?

(H) – Sem duvida que a espiritualidade define,  não dentro daquela linha básica do Darwin,  porque ele não admite, não que ele não admite, ele não tinha conhecimento desse psiquismo que tem um sentido de presença, e não destruição. Então, o que acontece? Ele volta e num outro Orbe eles vão ser elementos fixadores aqui para essa subida. Possivelmente  vão ter a facilidade de projetar.

(P) – A baleia seria um caso? Por exemplo, ela é mamífero,  ela perdeu até o pelo…

(H) – Exatamente. Mas, acabou repousando.

(P) – E ela voltou nessa linha aí?

(H) – Exato.  Então ela tem um psiquismo muito avançado que parece.  Perfeito ? Numa linha de reciclagem, retomada de posição em ambiente propicio,  ela pode ter capacidade despertadora, como o golfinho, baleia e outros elementos. Não é isso? Vamos observar nesse sentido.

Então, o que aconteceu aqui? Esse  elemento que está aqui, psiquicamente falando, ele está colocado dentro dum aparelho, vamos dizer, assim mais ou menos,  como se colocasse, vamos falar com o João ali agora que ele é que entende disso, não é? Vamos falar, ele colocou dentro de um Boeing, ele só sabe dirigir um teco-teco, uma avião  pequeno. Ele vai se perder ali. Mas, ele tomou assento dentro desse avião. Então  falta muita coisa para ele ter uma capacidade de comandar esse aparelho.

Embora, em tese, os mesmos aparelhos se locomovem no ar. Mas, uma é a estrutura de uma nave, de uma aeronave pequena,  não é isso?  E outra é estrutura de uma aeronave pujante. Então  é como se construísse uma aparelhagem acentuadamente sofisticada,  mas com recurso para que ele dirija o mínimo que ele precisa. Agora, vamos dizer assim, que em termos físicos, esse equipamento apresenta 90%, sendo os 10% trabalhado e burilado na evolução. Deu   uma idéia? Mas, intimamente, psiquicamente, ele tem aí no máximo 50% por que os outros 50% são expressões animalizadas. Então  o homem não foi criado ainda. Entenderam? O homem que vai gerar, o Filho do Homem, ainda tem muito de animal nele. A  instintividade aqui é ampla. E essa instintividade caminha durante tantos séculos e  milhões de anos conosco, que quando os mandamentos surgem, 7  são negativos. Alimentando  as linhas dos reflexos da criatura.  Mas, 3  estão apontando abertura no campo direcional da evolução. Então o que é que acontece? Isso lá na frente a 13 séculos antes de Jesus. Então  o que nós vamos observar? É que chega aqui, aqui é que vão chegar os elementos efetivamente humanizados. Aí nos vamos ter o que? Os anjos caídos. Trabalhando  em postos aqui  acentuadamente avançados.

E  em tese, tentou-se faze-lo aqui, embora não se abriu totalmente. Então, entra alguém e fala assim. Isso é uma retro gradação, involução. Mas, não é porque a proposta não é mais integrar esses elementos aqui de elementos na área, vamos dizer, técnica ou no avanço tecnológico da ciência. Isso já tem neles.  Eles  vêm pra cá para cooperar nessa parte. Agora  no plano ético ou se preferir, no campo moral,  eles estão em perfeita linha de ressonância com os que chegaram aqui. Entenderam gente? Aqui nós vamos chamar os que chegaram aqui de cachorrinhos na linguagem do Evangelho, quando a mulher sirofenícia  responde a Jesus:  “não é bom pegar no pão dos filhos e lança-los aos cachorrinhos”. O que ela disse? “Mas os cachorrinhos também comem das migalhas que caem da mesa dos seus senhores”.

(P) – O Sr. diz autóctones, não é isso?

(H) – Exatamente. Elas  estão chegando aqui são os cachorrinhos. Não  dar as coisas santas aos cães e nem tão pouco as perolas aos porcos.Então, aqui são os cachorrinhos que chegaram aqui são os porcos que desceram.  Então, a correlação psíquica, do que caí, porque o que é a queda do espírito? É uma imersão profunda no subconsciente dele.  Ele começa a vibrar com questões do passado dele.

(P) – Seria a segunda morte que não ocorre só no …

(H) – Por aí. é o que vai ser falado…

(P) – Que a segunda morte não ocorre só no….

(H) – Exato. É o que vai ser se dito aqui se não me engano, na terceira carta. Não!  Nesta  mesma. Deixa eu ver se é essa mesma.

(P) – Honório…os porcos…não é naquela separação  dos filhos?

(H) – Essa descida, no tempo e no espaço, representa subida na estrutura intima do Ser. Eles desceram para subir.

(P) – Mas, não é depois daquele…divisão ali?a convergência dos símios e dos…

(H) – Lá na frente nós vamos ter exílio  toda vida. Vamos  colocar aqui, efetivamente, no campo moral,  esses capelinos podem ter chegado aqui (eu estou falando do capelino mas,  eu estou falando dos elementos que chegam. Que  chegam).

Então, aqui eu posso ter ainda elementos de outros Orbes,  que já podiam estar mais a frente, mas vieram afixar. Vamos  colocar capelinos mesmo, capelino bem aqui na frente ó. Que já está trabalhando em termos de diferenciação racial. Perfeito? E não mais de estruturação biológica,   recompondo isso aqui. Então,  os que estão em queda são sempre elementos que já apresentam uma dose perceptiva além de,  para poder ajudar na retaguarda. É  por isso é que existe semana que controla (conforme nós já dissemos aqui) que controla a linha.  Então, para ajudar um da segunda feira, vem um que já está chegando na sexta feira  e vem aqui. Só  que isso aqui num outro ambiente, para poder ajudar e fazer uma família que se interage. Deu uma idéia pra vocês?

(P) – Essa  reencarnação aí,  desses porcos ai caídos,  deve ter sido uma dificuldade danada…

(H) – Foi. Haja visto, por exemplo, em se tratando não dessa fixação biológica, mas, a fixação de caracteres raciais à frente. Já de maneira bem avançada, com vistas a estrutura psíquica  mais clara dos seres, eles tem a idéia do paraíso perdido. Que  é o paraíso perdido? E’ a perda de um piso pela queda.

(P) – Falou em exílio.  Isso  aí é degredo, não?

(H) – Podemos analisar como você quiser. O importante é a idéia e cada um de nós vai tirar a conclusão. Ta? Aqui vocês notam o seguinte, diz assim. “E saiu o rio do Éden, (olha o paraíso aí) e saiu o rio do Éden para regar o jardim.  Esse  rio, vamos pensar num rio de águas que está chegando aqui. É um rio, quer dizer, um elemento trazendo outros componentes para cá, para regar o jardim e dali, de onde? Do jardim, se dividia, se tornavam em quatro braços. Aí nós vamos analisar todo aquele fluxo racial que no nosso mundo, dos últimos milênios para cá, falando dos Hindus, falando dos Egípcios, falando dos Arianos e dos Hebreus. Não é mesmo? Então, vamos mostrar esse fluxo, deixando  registros inimagináveis, no nosso ambiente. Então  eu tenho aqui, a cada momento, tenho degredos,  que são componentes fixadores do processo. Mas  ao fixar eles tem capacidade de apropriar aqui, no nosso mundo, os padrões que não podiam mais captar nos mundos de origem. Deu para entender? Pode ir pra frente?

(P) – Sr. Honório, não sei se está na hora ainda, mas essa diferenciação quando ele fala em Filho do Homem, e filho da mulher,  dê mais uma pincelada..

(H) – Filho da mulher nós vamos pensar sempre em termos de reencarnação. É fecundação de espermatozóide com óvulo, dando condições de retorno ao espírito ao plano físico,  para ele implementar a evolução.  Até  o dia em que, adotando Jesus,  cuja vinda é nebulosa,  quando fala que ele veio de uma virgem. Houve ou não houve, um nascimento normal,  embora nós admitamos que sim pelo estudo que a gente vem realizando. O que vai acontecer?  Ele Jesus, na medida em que penetra aqui, vai desativando as reencarnações. Porque   o que precisava de reencarnação para aprender,  precisar hoje de renovação.  Nascer  não da água, mas do espírito. Deu  uma idéia? Então, esse é o mecanismo.

O  Filho do Homem nasce de si mesmo, pela a renovação. O  filho da mulher,  nasce num plano de circunstancias dentro da lei. Retorna ao plano físico, pelo  fato de encarnar e de desencarnar.  Então,  vamos tentar falar ligeiro da árvore da vida. Que  está colocado ali. Que é  isso? O elemento, vamos pegar esses elementos aqui de um outro modo chegando aqui nessa faixa de fixação de caracteres raciais, mas dentro de uma proposta acentuadamente psíquica, ética. Tanto  que foi o capelino, vamos dizer, com clareza agora,  no plano da aprendizagem, natureza religiosa e filosófica, que trouxeram para nós. Ele  mesmo define:  “eu não vim senão as ovelhas perdidas da casa de Israel”. Eu não vim senão essas ovelhas:  a prioridade é dos caídos.   Isso  é o que mais acontece dentro de casa. Tem  5 meninos dentro de casa e a mãe fica encima de um lá.  E  o pai fica assim:

Esse aqui  é que não presta, você fica encima; tudo é pra ele, pra ele, pra ele!

Porque  ela tem debito com ele. E,  vice versa. Deu  uma idéia? É’ o que centra. E  ele define: quando dá orientação aos discípulos:  “ide antes as ovelhas perdidas da casa de Israel”. O  nosso interesse é este.  No  Capitulo 4 de Matheus, no versículo 16,  tem assim. “O povo que estava assentado em trevas viu uma grande luz”.  Assentado  em trevas,  um autóctone. Está  vindo detrás.  Tanta  treva que a terra ta de luto. Está  vivendo! Que é que tem? Esse,  quando Jesus chega, viu uma grande luz. Agora, vem o capelino ou o exilado: e aos que estavam assentados na região aqui, não lá onde estava, e sombra da morte, morte pelo erro. A  luz ( artigo definido).

(P) – Não é uma grande luz não?

(H) – Não.  Uma  grande luz, para os que estão chegando. É como se fosse assim oh! Estão falando por aí que chegar um Messias aí e que vai resolver. Quem  é? Sei lá! Agora, o capelino está assim, ou os exilados: Ele virá!  Já  conhece Ele desde lá!  Já ouvia falar nele!  Já   tinha conhecimento dele!

(P) – E por que negaram? Tão assim direto?

(H) – Mas, isso para poder desabrochar isso aqui, o negocio é serio.

(P) – É porque eu estou lendo Paulo e Estevão, e Paulo no final que partiu para os gentios porque também judeus era só…

(H) – Mas, por que ele partiu para os gentios?

(P) – Olha que a luz…para não se fragmentar…não sei…?

(H) – Também eu fico desafiando não é? Fui um pouco generoso aqui agora, mas ele diz assim para você não ficar mais preocupada.

O Paulo. Sai  da Esmirna, aqui diz assim. O  gentio começo a ficar meio prepotente, meio presunçoso. Então  Paulo dá uma lição para eles extraordinária  mostrando que ele conhecia o exílio  ou se preferir, o degredo. Eu  estou lendo 11:11 de Romanos o gentio começou a ficar meio saliente de estar recebendo aquelas informações,   então, Paulo diz assim: “porventura tropeçaram para que caíssem? Ninguém tropeça para cair, tropeça por descuido”, não é isso? “De modo nenhum, mas pela sua queda veio a salvação aos gentios”.  Eles  caindo aqui, trouxeram a Jesus. E  trazendo Jesus, vocês são qualificados.

(P) – Quer dizer, então, que os gentios eles estava a um passo da misericórdia?

(H) – É  assim que funciona.  A  criatura simples, ela vai no embalo da misericórdia.

(P) – Sr. Honório, mais em baixo diz assim, enxertaram a visão de…

(H) – Vamos ver se chega lá que isso aí é meio complicado;  mas,  vamos lá.  “Mas, pela sua queda veio a salvação aos gentios, para os incitar em emulação e se a sua queda é a riqueza do mundo e a sua diminuição a riqueza dos gentios, quanto mais a sua plenitude”.

Isso  é lindo demais!  Caindo estão ajudando a vocês, você já pensou quando eles chegarem e firmar o pé?  vai levar todo mundo.  Continua: “como porque convosco fala os gentios: que enquanto for apostolo dos gentios, glorificarei o meu ministério”. Agora  sua resposta: “…para ver se de alguma maneira possa incitar para emulação  da minha carne e salvar algum deles”. Então,  ele precisa pregar para os gentio para salvar os próprios  Judeus. Perceberam gente ?

Isso é Evangelho. Como  é que a gente pode entender isso aqui sem conhecimento de toda essa projeção evolucional? Eu  não digo que não possa não  da nossa parte acharmos difícil .

(P) – Mas, Paulo conhecia, não é?

(H) – Paulo conhecia. Paulo era uma sumidade…

(P) – Essa inspiração  de Paulo foi só Estevão não foi não?

(H) – Ele  e mais alguém. Ele e Abigail ajudaram.

(P) – Eu não  entendi porque ele  pregando aos gentios ele ajudaria aos Judeus.

(H) – Porque estava somando pontos em favor do trabalho do Judeu aqui. E  o Apocalipse como nós temos lembrado aqui, e repetimos agora, que estamos estudando, ele não está preocupado em que a Eloá, eu ou qualquer um de nós, dá um jeito de resolver nosso problema no campo moral não.

Essa  estrutura nossa,  identificação nossa,  com o plano positivo da responsabilidade pessoal, as religiões estão fazendo. Não  ser vicioso, não ser delinqüente, aproveitar o trabalho,  ser um cidadão honesto, isso não é apocalipse não. O Apocalipse está propondo,  sabe o que? Instaurar, ou receber o titulo de cidadão que opera em nome do Criador.  Chega! Basta de ser o auxiliado!  O  coitadinho, o filhinho do papai!  Agora,  nós somos o Filho do Homem. Aquele que opera em nome do Criador. Porque  antigamente a concepção era assim:  o pastor está lá,  o pároco está lá,  o diretor espiritual está lá, Jesus está lá,  e o povo está aqui.  Não tem evolução  mais, desse jeito não! O mundo regenerado é um grupo com consciência para além da condição infantil. Vocês  perceberam? A vida não mostra isso? Os  filhos quando estão  pequenos, nós tutelamos. Quando  é miudinho, recém-nascidos, tem que dar tudo na mão dele, na mão não, porque não sabem nem pegar. Tem  que colocar na boca! Mas, na medida em que ele vai chegando, que  acontece? Não  vai mudando a fisionomia? Ele não passa a ser um cidadão a se movimentar, com responsabilidades próprias? Então,  no nosso mundo agora, na nova faixa em que nós estamos vivendo e fim de tempo. Fim  de tempo de comandante e de comandados, e inicio de tempo não que os comandos superiores acabem, mas que nós entrosamos num processo operacional de amor. Por  isso é que tem tanta gente sofrendo,  para descobrir isso.

(P) – Encargo, a árvore da vida?

(H) – Arvore da vida! Então, uma vez que nós começamos a entrar nesses territórios, nós retomamos o acesso à arvore da vida que foi impedido lá em Gênesis.  Foi  colocado querubins, para que não entrasse. E  nós hoje,  até quando a gente se sente bem,  que está feliz,  a gente fica desconfiado. Vocês  notaram que nossa alegria é meio complicada? Tem três dias que eu estou numa alegria!!! Tem qualquer coisa pintando.  Vai cair um negocio  a  qualquer hora aqui.

(P) – É muito atarefado….

(H) – Ah! É muita coisa chegando numa hora só.  Dá  para desconfiar. Nós não temos nem alegria,  ampliada!  Perfeito? Então nós vamos notar que o acesso. O  fruto da arvore da vida garante vida eterna. O  fruto da arvore da ciência  do bem, é tudo relativo.

(P) – Mas, para se chegar na arvore da vida, não era necessariamente, além da necessidade chegar na arvore da ciência do bem e do mal?

(H) – Nós já nascemos, aqui atrás, lá no psiquismo mais rudimentar, já temos acesso a árvore da vida ela nunca foi proibida para nós, nunca! O animal da floresta, está alimentando da arvore da vida, tem alguma coisa impeditiva  para ele? Não! Ele tem acesso! A  criança tem acesso! Agora, na hora em que abre terreno, cíclico da individualidade,  e,  que ele começa a laborar nos seus impactos interiores, ele nota que a chave que tinha acesso a árvore da vida foi bloqueado. Porque  todo erro nosso  de consciência,  infringido contra a consciência, nos tira o acesso,  naquele particular,  à árvore da vida……

 

LADO 2 da fita k7

(P) – Honório, nós temos exemplos de alguns desses fatos da vida…

(H) – Evidente que Jesus  é um deles pelo que os espíritos nos falam.  E  outros possivelmente existem. Certo é que tem aquela capacidade de apropriar um conhecimento…que sai daquela situação de um atendimento pleno da consciência irradiando amor, mas é muito difícil.

(P) – …acha que…

(H) – Pois é. Mas não podemos dizer que grandes sejam, mas sugere. Um  Francisco de  Assis que aliás, analisando como a reencarnação do próprio João Evangelista, mas tinha os seus problemas. Ele  não pediu lá  a Jesus,  na época,  lá se podia ficar do lado esquerdo, e do lado direito,  ele e o irmão dele?

(P) – A mãe que pediu não é? Mas o outro evangelista fala que eles estavam bem.

(P) – O Chico poderia ser um capelino?

(H) – Sem duvida. São todos capelinos!

(P) – Que a distancia é muito grande…

(H) – Quando eu falo capelino não quer dizer que são necessariamente lá de capela. Vamos  dizer que há uma interação. Aqui em Belo Horizonte tem gente de todo lado. Não  tem necessariamente que ser do Rio, de São Paulo, ou do nordeste. Aí  nós estamos utilizando essa expressão no seu sentido abrangente,  embora a gente saiba que um determinado mundo aí da constelação  de Cocheiro, encaminhou muita gente para cá nesse processo.  Eu  queria terminar essa leitura porque o tempo lá vai numa rapidez hoje enorme. “Porque se a sua rejeição é a reconciliação do mundo,  qual será sua admissão, senão a vida dentre os mortos?”  “E, se as primícias são santas,  também a massa  o é;  se a raiz é santa também os ramos o são”.  Ele  está preparando o pensamento da aprendiz aqui para estudar o zambujeiro. O zambujeiro é a oliveira brava,  como tem o Sicômoro que é a figueira brava. Então nós vamos dizer o seguinte, que o zambujeiro, aqui, é o gentio. Concorda? E o Judeu está vinculado a oliveira.

Vamos   analisar. A  oliveira produz o que? Produz o fruto chamado azeitona ou oliva,  que produz por sua vê o óleo,  que por sua vez mantém acesa a candeia!  Então, não temos  que ir atrás do outro, tem que ir atrás da produção da oliveira. Perceberam o sentido?   Nós temos é que ir encima do óleo. Querendo  fruto,  quando nós temos que trabalhar a semente,  para que produza.  Então  eu venho  aqui. E se as primícias são santas,  também o massa o é.  Se a raiz é santa, também os ramos o são. Qual é que é a raiz da oliveira, dos Judeus?  É Jesus. Eles chegaram aqui não com o Pedro, Antonio, João, chegaram como um povo que já tinha um conhecimento do Evangelho,  embora não exercitassem.  Então, trouxeram a linha de relação psíquica, espiritual,  com os daqui, porque lá tinha um conhecimentos amplos, mas eram  delinqüentes, malfeitores de toda ordem, viciosos, e estava igual os daqui, moralmente falando. Então. a linha moral os assemelhava a linha intelectiva os diferenciava.  Ficou  claro isso?

Então, não há uma queda no campo moral. Houve uma aproximação. Aqui  nós estamos assim repetindo o que a gente fala de vez em quando. A  gente vê na televisão   um crime complicado,  ah! Isso tem que ser pena de morte e ficamos discutindo horas, não é isso? O espírito está falando mas morte não adianta que matar o delinqüente. Não  resolve.  O campo educativo dele e ficamos brigando. Agora  imaginemos esse elemento no mundo primitivo igual a terra era.  Ele  aprontou, veio a tribo toda e liquidou com ele vai discutir lá no tribunal. Perceberam? Então tem que ir para um mundo condizente.

(P) – Compatível com o piso moral?

(H) – Compatível com o piso moral! Aqui, tem que arrumar educandário, prisões, etc. no futuro, só o que tem que fazer é dar presente a eles. Mas, lá não tem isso não. Entestou com alguém lá vem ½ dúzia em cima dele e não tem conversa. Então, nós vamos observar o seguinte, voltando,  já falando da oliveira se as primícias são santas também a massa é se a raiz é santa, também os ramos o são. E  se alguns dos ramos foram quebrados e tu sendo zambujeiro,  foste enxertado no lugar deles e feito participando da raiz e da seiva da oliveira, não te glorias contra os ramos e se contra eles te floreares não és tu que sustentas a raiz, mas a raiz a ti.

Então  o que é que aconteceu? Eu  tenho aqui uma oliveira, não é isso? Com seus com sua produção então alguns ramos aqui foram cortados a onde? Em  capela e colocados aqui. Em  tese, e  figuradamente o que Paulo sugere? Que muitos dos gentios aqui foram enxertados na raiz dessa oliveira, embora contra a natureza. Diz  assim:  “dirás pois, os ramos foram quebrados para que fossem enxertados, está bem pela sua incredulidade foram quebrados tu que estás em pé pela fé, eles desconhecem e vocês não conhecem, perfeito? Então, não te ensoberbeça mas teme. Porque se Deus não poupou os ramos naturais,  teme que  te não poupe aqui também.

Então se vocês estão sendo enxertados aqui e não andar direitinho, vocês vão ser cortados no devido tempo (espere só um bocadinho)

(P) – Então  é o ruim enxertado no bom?

(H) – É contra a natureza, o que Paulo diz assim:   “considera pois a bondade e a severidade de Deus para com os que caíram severidade, mas para contigo a benignidade de Deus se permaneceres na sua benignidade de outra maneira também tu serás cortado e também eles (isso aqui é que é lindo) se não permaneceres na incredulidade, serão enxertados porque poderoso é Deus para os tornar a enxertar”. Então,  fica alguém no inferno definitivamente? Não! Evidente que não fica esta dito aqui por Paulo. Abrir o coração retorna! Por  que? Olha que interessante aqui. Por  que se tu, falando aos gentios , foste cortado natural zambujeiro, é uma oliveira ainda de categoria inferior,  e contra a natureza. Por  que? Porque  na enxertia tradicional, se tira o fruto melhor enxerta no tronco pior,  e aqui foi o contrario. Tirou o elemento do tronco pior para enxertar no tronco melhor. Por isso que é contra a natureza. E  contra a natureza enxertando na boa oliveira quanto mais esses que são naturais serão enxertados na sua própria oliveira, perceberam? Definindo  que eles vão ser re-enxertados, agora para re-enxertar às vezes, vai para mundo, para outro mundo, para outro mundo até cai num buraco profundo e um dia a misericórdia os tira. Por. que? Porque eles não podem ser obrigados a amar. Até  o momento em que desperta no coração deles amor! Então nós podemos raciocinar assim.  A oliveira está aqui. Ramos são quebrados e outros são enxertados,  contra a natureza. Então  toda enxertia fisicamente compreendida,  é dentro da natureza o melhor no pior. Em  termos espirituais morais,  a enxertia é diferente. O  pior é enxertado no melhor. Jesus  teve seu corpo físico enxertado na linha genética daqui, de acordo? O  melhor o que nós temos a oferecer. E  nós psiquicamente, estamos enxertados em que? Ou tentando nos enxertar? Nele, Jesus, moralmente falando. Vai  ser difícil. Não  é? A estrutura psíquica do Honório.  enxertar numa vibração de Jesus. Mas  ele está nos aceitando.  Deu  para entender? Então são duas linhas que funcionam diferente. Então todas as vezes que o ramo é cortado, nós perdemos o acesso a árvore da vida. Perceberam ?

(P) – É cerceamento do livre arbítrio?

(H) – Não é,  porque eles estão … do livre arbítrio que eles escolheram. O  equilíbrio no contexto universal, é que não pode ceder a arbitrariedade dos elementos. O  elemento chega aqui no nosso ambiente, e, apronta. Ele  elege uma vida criminosa, e sai aí aprontando. A  gente analisa o seguinte quem está sendo vitima desse elemento? São os que têm débitos passados. Mas, na hora que ele começar ameaçar os inocentes, será que o Criador vai achar que a didática dele ou que a estrutura administrativa dele,  tem que concordar com os nossos desmandos? Impossível!  Tem  leis que funcionam dentro duma linha absolutamente correta. Deu  uma idéia pra vocês, dessa árvore da vida?

Então,  nós vamos para terminar, voltar o seguinte. O  ramo foi cortado? Foi. E foi lançado aqui na terra. Não é isso que aconteceu? O  nosso raciocínio? Vamos  analisar assim:  essa raiz aqui, santa, é a raiz do Cristo. Concordam? É claro! Cortou e jogou para cá. O  povo que estava sentado em trevas, viu uma grande luz. Que  estava sentados na região,  e sombra da morte, porque morreu vem para cá!  A  luz caiu. A  luz que está aqui. Produz  o combustível da luz.  Então  suponhamos que alguém aqui da terra, que esteja vinculado a essa arvore que está cortada, levanta e pergunta assim. Onde é que está a minha árvore com a sua raiz? Ah! Lá na região do Cocheiro. Então, vem para cá. Chega  aqui pergunta. É  aqui que está a arvore? Ah! não! Aqui chegaram os ramos! Desse  planeta aqui. Então a árvore deve estar lá.  Então ele bate daqui e vai lá. Escuta, está aqui a arvore do Cristo? Não aqui chegaram os ramos! De onde? Mas, vocês descobriram onde está o Cristo? Ou não descobriram ainda!   Aqui  dentro, refletindo-se.  Mas , está em todo o Universo, como sendo a dinâmica do Criador. Eu  pergunto se deu para meditar, refletir sobre isso?  A gente vai observar que não podemos, vamos dizer fechar, ele é daqui, ou ele é da minha religião,  ou ele é daqui, daquele mundo, ou daquele planeta, ou daquele sistema, ou daquela galáxia.

(P) – Em todos esses povos, esse momento aí de cortar os ramos, é o Apocalipse?

(H) – É! Em tese o Apocalipse está dando chance para eles. Para  todos os efeitos é alguma coisa que cerceia. Mas  dentro do cerceamento e da aplicação da alei existe uma alta dose de investimento. Tanto  que eles vieram e começaram a falar de Jesus aqui. As  profecias falam disso. Quem  eram os profetas senão esses elementos falando da vinda dele definindo que ele viria. Definindo o que? Um plano de salvação no seu sentido até de tirar das confusões, mas guindar essa criatura para uma readmissão a árvore da vida que garante a subsistência  do Ser em bases de  amor.

(P) – O centurião, ele se classificaria onde, aí dentro dessa epistola de Paulo?

(H) – O centurião sugere um autóctone, ou um genuíno daqui em crescimento bem natural.

(P) – Por que ele estava sentado?

(H) – Você fala o centurião de Carfanaum que pediu pelo servo dele?

(P) – Isso! Exatamente. Ele estava sentado nas trevas não é? Nas  trevas pela epistola de Paulo ali e como é que ele tinha aquela …

(H) – Nós temos momentos em nossa vida todos nós temos desses momentos. Insight. E  dizem os nossos amigos, que na hora que esse insight pode surgir, sabe o que é que acontece? Guia espiritual, anjo da guarda, santo! Sai tudo de perto. Ninguém atua. Por  que diz os entendidos, lá do outro lado,  que a decisão é um momento sagrado do espírita. Só eles que dizem. Você  faz isso ou aquilo. Porque  se a entidade ou qualquer um de nós interferir, ele pode, no embalo de forças exteriores. E  não ter o mérito que cabe a ele. Então tem momentos que a gente está com  determinada coisa para resolver, notaram que isso acontece com a gente não, a gente vai lá pega assim vinha luz e abre. Não  tem nada a ver. Fecha.  Abre. Fecha. Tem um punhado de coisas para poder ajudar a decidir. Mas, decisão não tem não. Os  espíritos não são bobos, nem nada. Ah !  o Honório, faz isso vai dar certo? Eu! Nem  ele nem eu.  Se  é bom para nós. Perfeito? Então, por isso que a linguagem não pode ser naquela objetividade que a gente gostaria. Tem  gente fala assim, mas, Honório para poder fazer esse punhado de coisas no quadro aqui, punhado de esquema, punhado de riscos aqui, para interpretar porque é que esse negocio não veio claro? Até  parece que a gente gosta das claridades desse jeito, num mundo igual ao nosso! Perfeito? Por que? Porque  tudo tem que ser trabalhado aqui de acordo com o patamar nosso.

(P) — … vendo o sr falar aqui que através  dos gentios, ele salvaria os Judeus e os judeus não entendem que chegou ainda o messias prometido,  como é que fica isso?

(H) – Vamos tirar aquela postura literal direta, porque não podia salvar nenhum deles diretamente. Mas,  podia criar um contingente vibracional de investimento do plano maior em favor desse grande grupo. Tem momentos que você não pode fazer nada para um familiar seu. Que  é que você faz? Ora profundamente e opera até em homenagem a eles. Será   que o Criador não entende isso? Não vai resolver investir?  O  André Luiz foi tirado do umbral, no livro Nosso Lar, graças a  que? À mãe dele!  Mas, a mãe dele podia acompanha-lo? Agora  você via fazer isso, vai fazer aquilo, vai escrever o Livro Nosso Lar, isso não é com ela!  Ela  podia até sugerir. É bom você escrever,  fazer alguma coisa. Mas, ela não pode interferir. Então tudo que você faz em, vamos dizer, em homenagem aos corações que nós amamos, a seu tempo, vai frutificar, a gente tem aprendido isso. Por  isso é que Paulo mesmo define que a gente deva trabalhar. Aquele  que não zela pelos seus, quer dizer, de modo vibracional,  você pode não conseguir nada em casa de maneira imediata ou rápida, mas pode conseguir isso no devido tempo.

Então, Paulo deixou muito claro. Eu  sou do grupo.  Fui  formado para ser doutor no Sinédrio. Conheço  Moisés. E  agora estou investindo,  em que? Para tentar ver se consigo ajudar os meus,  cooperando em favor dos que sofrem.

(P) – Não sei se a pergunta cabe, mas nós, aqui de um modo geral,  podemos nos considerar a oliveira cortada ou o zambujeiro enxertado?

(H) – Aqui tem de todo mundo. Sabe  por que? Porque segundo o próprio Emmanuel define, tem os que acham que a terra toda veio para cá.

A  terra tem 24 bilhões de Seres. Já  estudamos isso aqui. Desses,  4 bilhões de seres,  no dia 12 de outubro, segundo os cálculos estatísticos,  completaram-se 6 bilhões encarnados. Então  seria estranho trazer 24 bilhões ou 12 bilhões. Emmanuel define para nós no livro A Caminho da Luz, que vieram para cá alguns bilhões de espíritos. E   o trabalho é a nível do  levedo do fermento.  Então nós temos capelinos aqui talvez os tenhamos.

(P) – Ainda? Que  não regressaram? Estou falando agora..

(H) – Pois é mas, a grande massa que está trabalhando o mundo de hoje é um grupamento acentuadamente de retaguarda no seu sentido de estrutura. São gentios, são zambujeiros,  são elementos de bom coração. Basta  só saber que comando esta sendo dado a ele, não tem? O elemento, votou tudo na eleição tal aqui. Na  outra, vai tudo quer dizer, não tem,  agora vai pegar os elementos de intimidade formada,  se ele muda. Quem é aquele? Então os elementos transmigrados para cá, vamos compreende-los como sendo de preferência os lideres,  os manipuladores do pensamento.

(P) – Muitos estão lá nas trevas?

(H) – Muitos estão ainda vinculados as faixas tristes e trevosas, não é isso? Como  é que a quantidade de criaturas vinculadas aqui é, daqui do próprio  orbe é muito grande. Do  próprio orbe em tese, por que sempre houve, como tivemos aqui duas transmigrações. Uma  e outra. Não  é? Então,  muitos estão chegando por aqui.  Vamos  pensar nisso.

(P) – Aí nesse caso, eu poderia considerar a Teresa de Calcutá, o Ghandi, ainda como capelinos?

(H) —  Quem sabe eles não sejam espíritos avançados que conseguiram dar passos extraordinários, ou até de um outro orbe que vieram pra cá. Na  Renascença nós tivemos muitas entidades trabalhando o advento da doutrina espírita, trazendo valores inestimáveis para o mundo. Não é isso? Porque a nossa terra ela tem fluxo, assim de experiências.  Ontem  mesmo a gente fazia uma palestra e definia sobre isto, por exemplo, quem está nos ajudando hoje de modo tão intenso, são aqueles que pisaram na bola lá atrás, e, que se restauraram no campo da estruturas pessoais, intimas e morais e estão nos ajudando. Não é isso? Quando Jesus, vocês já viram isso no livro Brasil Coração  do Mundo, Pátria do Evangelho, que Jesus veio com Hélio para visitar o nosso planeta no final do século XIV. Ele perguntou a Hélio assim:

De onde fica, no continente Americano, aquele torrão, daquele rincão de onde se visualiza com nitidez, o símbolo do meu martírio no Calvário?

Foi  trazido para a região do Brasil!

Estão  lembrados? E Ele orienta rapidamente, ao Helio, que devesse reencarnar (nós comentamos isso aqui há pouco tempo), parece e ele reencarna no dia 4 de março de 1394, no Porto, em Portugal. Para  fundar a Escola Náutica de Sagres.

Encarnou como Henrique. E  implementou a escola de navegação.  Quando  ele desencarna, em 1460, já deixou praticamente abertas as áreas as rotas marítimas que viriam redundar nas descobertas, à frente. Então  o que acontece? Na hora em que Jesus comenta ele entra num dialogo assim. No inicio do segundo milênio, nós vamos ter, por exemplo, as idéias de Pedro, o Eremita, antes de completar-se o século XI, dando idéia das cruzadas.  Reencarna  Luiz IX, São Luiz,.  nascido de Branca de Castela, o que é que acontece com ele? Reencarna, desencarna em 1270, mas praticamente deixando aqueles episódios tristes das Cruzadas, vencido (7ª e 8ª ) Cruzadas já resolvido.  Mas, em meio a tanto desmando, a tanta preocupação, no campo temporal da humanidade, como se conquistar o sepulcro lá, fosse questão prioritária,  a gente não quer centrar no mérito, porque às vezes, a gente estava lá também fazendo guerra. A reencarnação  tem disso. Não podemos levantar a mão não, porque sei lá quem estava lá na época!  Então, o que é que acontece nesse período praticamente  é que viveu Francisco de Assis, nascido em 1182. Dando  toda uma colocação  vivenciada do amor. Ai entramos no século XIII e XIV, com situações dificílimas ainda. Para  surgir então, a era dos descobrimentos.  Ainda  continuaram as dificuldades. No  século XV, quantos foram os sofridos?  João Huss, na fogueira 1415.  Em  1431 Joana D’arc.  Jerônimo de Praga em 1416. O  negocio ainda pegou alto lá.  No  século XVII a situação está complicada ainda.

(P) – Em 1500 o Anchieta?

(H) – Em 1500, 1550 e poucos. Ele vem pra cá.

(P) – Com 19 anos ele já veio.

(H) – Mas, tudo vai se desenvolvendo, o próprio Emmanuel, como o Manuel da Nóbrega, o viu antes dele. Chegou uns 4 a 5 anos antes …

(P) – Ele já estava aqui quando chegou.

(H) – Quando  chegou o Anchieta, pois é, então nós vemos já um trabalho porque trazer o Evangelho para cá segundo Jesus falou Helio. Que  queria transmigrar o Evangelho para cá, porque uma terra que tinha as vibrações dos silvícolas, mas ainda descaracterizado, destituída das vibrações pesadas dos mundos antigos. Não  é isso? Uma vibração  nova. O  nosso mundo, o nosso Brasil, por exemplo, o nosso território, ainda tem muita complicação aí com fabricação  de armas,  um punhado de coisas, mas ainda tem, ainda está rarefeita a vibração.

(P) – Não sabe fazer direito!

(H) – E’ exato. Está mais ou menos. Então, nós observamos que realmente, tudo vem se desenvolvendo e vocês notam que a própria   doutrina espírita foi implementada lá em Paris, com Kardec, e acabou vindo para cá. O  Evangelho Segundo o Espiritismo não iria ter vez lá na Europa não. Até hoje eles comentam que parece que Kardec cedeu lá as pressões da organizações religiosas para soltar o Evangelho Segundo o Espiritismo, para dar uma satisfação aos religiosos.

Quando  na realidade é a obra que nós temos consultado e trabalhado aqui no nosso Brasil. Então  a gente,  depois vieram os renascentistas, não é isso? Dando aquele toque. Eu ia falar nesses elementos que são espíritos de outros orbes, de outros ambientes ajudando a melhorar isso aqui e o momento agora está “tirando gente” para novas experiências fora, mas trazendo também muita gente da melhor estirpe para nos ajudar nessa empreitada complicada. Porque  nós temos lembrado o seguinte. Se depender da gente não tem regeneração não. Sem qualquer demérito.

Nós estamos tentando ajudar pela nossa proposta re-educacional,  mas o trabalho é de muito fôlego, só quem tem autoridade nós temos certeza que João Evangelista é um dos que estão a frente desse processo. Ajudando  amplamente. Sabemos perfeitamente aqueles elementos lá de trás um Policarpo, por exemplo, nascido em Esmirna, está  à frente também desses grupamentos, o próprio   Emmanuel que começou seu trabalho lá atrás. Lembramos dele há pouco tempo. Está nos ajudando.  A  companheira de Emmanuel,  Lívia, à frente. Alcione lá do livro Renuncia, está cooperando. Sem  contar os, as outras expressões trabalhando sob a tutela de Jesus nesse momento valiosíssimo para nossa Pátria.

(P) – Uma multidão

(H) – E’! uma multidão. Um companheiro escreveu pra nos recentemente assim. Não temos capacidade de dimensiona-los. Esses  elementos que estão à frente do movimento restaurador do nosso orbe, desses tempos que passam, em todas as frentes religiosas, eles estão atuando, tentando ver se melhoram um bocado a barra que está muito pesada, está difícil. Oh gente fui analisar a historia nós ficamos aí falando de historia.

(P) – Mas, o grande erro do Brasil foi a escravidão, não é? Escravizar os africanos?

(H) – Mas, se o Brasil errou,  de um lado, os escravos se redimiram de outro, certo? Com isso eu não quero justificar os escravizadores não. Mas, infelizmente não foram os  brasileiros, foram os que vieram transmigrados para cá e que acabaram adotando o sistema. Não é isso?

(P) – Honório, esse alimento, o alimento natural da árvore da vida ele é natural enquanto nós somos simples, que a medida em que nós vamos recebendo conhecimentos, esse alimentos  nós temos que fazer jus, é isso?  Muito foi dado e lhe será tirado…

(H) – Sim. não é tirado não. Será pedido muito que foi dado, certo? Então a questão alimentar, que você está trazendo, da árvore da vida, tem um sentido todo especial. O alimento para atender a nossa necessidade somática, orgânica, nós o ingerimos de fora para dentro. Há  metabolismo e apropriação  do  substrato dele. Jesus diz o seguinte:  “a minha comida é fazer a vontade de meu Pai”.  A  comida, principalmente, não a ingestão de um determinado elemento. É’  o campo de trabalho que nos  é ofertado para a ação. Entenderam ? As minhas mãos são instrumentos de alimentação,  para operar com elas em nome do Cristo. Perceberam? Só  fizeram a vontade nós fazemos a nossa mas não a vontade do Criador, a inteligência  a faculdade de falar, a nossa família, a nossa estrutura no contexto social a nossa posição, tudo isso são elementos que nós podemos  usar, em termos de alimentação da alma. É’ por aí.  Eu queria ler para vocês pelo menos o primeiro versículo da Epistola a Esmirna, nesses 10 minutos.

“E ao anjo da Igreja que está em Esmirna escreve:  isto diz o primeiro e o ultimo que foi morto e reviveu”.  Nós temos lembrado que o Apocalipse é uma projeção da Gênesis de Moises, numa dimensão de apropriação.  Vocês  viram pela primeira vez aqui de modo ostensivo ao que vencer, dar-lhe-ei a comer da arvore da vida que está no meio do paraíso de Deus.  Então  foi cortada lá e reaberta pelo Apocalipse, perceberam? A promessa da reabertura.

Então  quando nós fugimos da linha natural da nossa caminhada, nós temos que passar por esse monte de folhas aqui, que é a Bíblia toda.  Para  poder chegar aqui, guiando a gente pisa na bola lá atrás o que resolve aplicar a nossa conceituação de maneira fechada, egocêntrica, ou egoística, nós abrimos um processo de incompatibilização com as leis que nos regem e temos que viver isso.  Aqui.  Muita gente acha que o conteúdo da Bíblia tem expressões até amorais ou imorais. Tem ! Porque é a nossa vida, é a nossa historia, ficou claro gente?

Então,  tem que ter mesmo. Porque é a nossa historia!  Agora  nós temos o seguinte,  todas as vezes que nós implementamos uma proposta nova, resolutamente de maneira segura, nós podemos simplificar muito todo esse caminho,  porque segundo Pedro, o amor cobre a multidão de pecados.   Então, nós temos essa colocação. E  isso diz o primeiro e o ultimo que foi morto e reviveu, então está dizendo que foi morte e reviveu. Se  no plano simbólico a morte representou um cerceamento relativo para o ressurgimento de um espírito absoluto e amplo, todas as dificuldades que vocês têm, que apresenta a morte, num sentido diferenciado, e  moral, vai abrir um terreno da eleição de uma nova estrutura de vida. Deu  para entender?

(P) – Mas, não está falando de Jesus aqui não.

(H) – É mas Jesus esta revivido na intimidade nossa. Não podemos ficar mais, Eloá, naquele Jesus pregador, percebeu, Eloá.

(P) – Jesus na Cruz?

(H) – É um Jesus dinâmico que se incorpora aqui onde é que está a Galiléia, a Peréia, a Samaria, está aqui dentro da gente. A manjedoura está aqui na sua simplicidade em Belém. Nós é que ficamos com a nossa a mente escolhendo as áreas que nós estamos operando.

(P) – Então, é por isso que depois de tanta luta.. fala de uma maneira muito viável  já não sou eu quem vive mas o Cristo que vive em mim?

(H) – O Cristo que vive em mim, isso nesse sentido. Então, num plano dinâmico operacional, didático, Eloá, você não está errada. É Jesus. Perfeito? Não tem duvida. Ele  está inspirando, trabalhando, naturalmente o João Evangelista. Agora , nós temos que fazer uma apropriação na linear periférica dos acontecimentos. Mas  temos que trabalhar numa linha vertical do nosso território interior no campo renovador. Porque  as vezes,  nós ficamos só no campo histórico, periférico, certo?  E esquecemos da nossa alinha pessoal.

(P) – Quer dizer, Gênesis inicio da queda, e apocalipse, inicio da redenção.

(H) – Isso. E também confirmação da queda. Agora  a doutrina do Apocalipse, as orientações ali contidas, trazem toda uma estrutura de redenção do ser. Perfeito? Toda uma estrutura. Logo  o primeiro e o ultimo que foi morto e reviveu. Então,  ele foi morto definindo que a morte redundou numa revivescência. Então  a própria  morte do espiritismo não,  a própria morte do Cristianismo nascente na sua pureza e simplicidade dos primeiros tempos,  viria representar hoje uma expressão valiosíssima para cada um de nós. Talvez  nós tenhamos tripudiado lá atrás,  facilitando até a desativação, cortando toda a beleza do Evangelho. Sem  querer com isso nos martirizar. Estamos  falando em opção. E  hoje estamos aqui e tentando de algum modo a cooperar aqui cooperar lá para resolver o nosso problema intimo,  de uma ótica diferente. Logo,  foi morto e reviveu. Se  ele foi morto e reviveu, ressurgindo ele está dizendo também que ainda que nós nos mortificamos em espírito, a gente vai cooperar com legitimidade e garantir a ressurreição. Nós  comentamos aqui e vamos repetir,  não faz muito tempo,  quando no circo em Roma, Nestório e Ciro, estavam sendo levados, estão lembrados? Nós comentamos isso, levados lá para o martírio,  a Célia, que é a personificação de uma outra personagem que nós não identificamos ainda, que o próprio Emmanuel fala,  foi canonizada pela Igreja Católica, ela gostava do Ciro,  e deixou entender que gostaria de se sacrificar com a eles ali. Quando  Nestório falou: “que o sacrifício autentico é aquele que nós implementamos em cada momento da nossa vida”, em homenagem a Jesus.

É  doando-nos a ele porque se a fera ou o corte do martírio de algum modo representa um testemunho, tira o elemento do julgo daqui porque está trabalhando muito o psiquismo dele. Agora  uma vez que o psiquismo já esta de algum modo estruturado ele tem que se doar em cada momento da vida tentando ajudar. Esse  que é o mecanismo que Nestório quis mostrar a Célia. Foi  morto e reviveu.  Eu  sei as tuas obras e tribulação,  e pobreza, mas “tu és rico”.

E a blasfêmia dos que se dizem judeus, e não são.  Mas,  são as Sinagogas de satanás. Então, o processo ao final desse versículo 9,  sugere que cada personagem individualmente,  ele é o reflexo da sinagoga.  E não aquele que  estrutura a sinagoga.

(P) – Aí estaria…Igreja?

(H) – Representando grupamentos mais restritos, certo? Mas, a idéia pode ser comparada a uma igreja mais local, mais ambiente, não é?

(P) – E é a própria pessoa que ele fala a sinagoga e não dá sinagoga? É a própria pessoa?

(H) – Ela pode ter a sua sinagoga pessoal. Não é isso? Por exemplo, naquela parte do Evangelho, em que ele define “acautelai-vos porem dos homens”  Matheus 10:17. “Acautelai-vos porém dos homens porque eles vos entregaram ao Sinédrio e os açoitaram nas suas sinagogas”.

Lembram-se? Então, nós vamos notar que as sinagogas são aqueles territórios  psíquicos ou físicos,  em que nós recebemos o espancamento ou açoite. Para  poder ser condenado ao açoite, tem que passar pelos sinédrios, no plural, que definem os vários ângulos de percepção e de  compreensão  do individuo.

Sinagoga é estrutura nossa com esse respectivo sinédrio interior. Todas as vezes que nós não nos acautelarmos os homens, nós podemos ir ao tribunal e o tribunal condenar ao açoite. Porque  a consciência é o tribunal.  E  o templo ou sinagoga é onde nós seremos açoitados.

Então,  sinagoga começa: o corpo físico que apresenta uma doença pertinaz. É  o açoite, na sinagoga orgânica.  Pode  ser a família, em que a criatura seja açoitada na intimidade das paredes do lar, pela incompreensão,  por  N posições das criaturas  lá de  dentro. Pode  ser o contexto social em que ele está ajustado,  e que tem espancado esse elemento no campo das frustrações.  Pode  ser a sua área operacional no campo do trabalho. Isso  pode acontecer.  Agora  acautelai-se dos homens,   não  podemos passar esse sem  relembrar para o grupo?  Tem  que analisar que homens são esses? Estão dentro ou fora da gente?  Dentro da gente.  Por que acautelai-vos dos homens? É’  a soma ampla das nossas personalidades,  vividas no passado. São  os homens, no plural.

(P) – Então a podemos sintetizar que é o homem velho?

(H) – É o homem velho. É onde reside a insinuação do satanás. Porque  a insinuação dele está lá atrás se nós sermos vida a ele. Se der vida a toda essa soma vivenciada na retaguarda,  ele emerge num período que não tem  mais razão dele estar presente. E nós já estamos com o nosso campo intimo e psíquico vibrando numa faixa mais avançada. Lá  atrás foi ótimo. Então, um mecanismo natural de vida.  Hoje, esse mecanismo de vida de ontem,  já passa a ser morte hoje.   Porque Já  não  atende. Então, todas as vezes, diante de uma solução,  cuidado com as insinuações pessoais,  e atentamos para as intuições superiores.  É’  ai que nós temos que ficar atentos. Quando  eu falei também, agora há pouco, das decisões pessoais.  Então  realmente a sinagoga, ela representa uma soma vibracional cultivada pelos interesses, pelas ações dos seus componentes, e que no fundo acaba pesando nas nossas decisões quando nós somos invigilantes. Isso é que ocorre.  E  a expressão coletiva, sinagoga, representa o que? Que nós, normalmente ao atuarmos sobre a tutela dela, nós estamos atuando em função duma soma ampliada de muitas idéias. Por isso é que é uma sinagoga.

Se  nós operamos em termos Crísticos,  ou Cristo é o templo ampliado. Quem  pode me ajudar N pessoas bem intuídas, bem seguras, e bem com responsabilidade, e autoridade para isso. Então, eu estou debaixo do templo do espírito maior, do espírito santo, ou dos espíritos amigos.  Como  eu posso atuar envolvido pela insinuações  da sinagoga lá de trás que não é a sinagoga da prece de agora.  É  a sinagoga que o próprio satanás, que essa linguagem dura aqui do Apocalipse,  nessa passagem.

(P) – É nesse sentido que fala tribulações?

(H) – A tribulação não é o satanás. Vamos  analisar isso. Porque  a tribulação  pode nos levar a identidade com ele.  A  tribulação  é componente de evolução, perfeito?  A tribulação é um componente que está ferindo a nossa capacidade..(não é Eloá) então, se nós atribulados, machucados, etc. e decidirmos, visando um reconforto puramente transitório  e acanhado,  quem sabe nós sucumbimos a insinuação inferior, vamos falar nisso na reunião que vem, porque já venceu o tempo.

(P) — … para depois…afasta de mim satanás….

(H) – Tem N conotações mas, no fundo a sinagoga é uma só. Na outra semana a gente tenta.

A nossa voltinha lá na evolução, de algum modo tenho certeza de que vai ajuda-los,  no decorrer do estudo. Nos  vamos orar, agradecendo a Deus ao ensejo que recebemos e pedindo forças para nossa caminhada.

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Uma resposta para “Estudo do Apocalipse – Tema: Alimento Espíritual

  1. Angela Carneiro da Cunha

    Foi um show de palestra, porque não posso ler, fugi You Tube da Rede Amiga, fiquei emocionada com toda história. Parabéns, Carlos Alberto
    Braga Costa.
    Ave,Ave Cristo

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