APARIÇÕES DE JESUS – ÚLTIMA PARTE

APARIÇÕES DE JESUS (última parte)

60.

Depois disso, ele os conduziu para fora (da vila), em direção a Betânia e tendo levantado as mãos, os abençoou, e,

após abençoá-los, separou-se deles, e foi levado ao céu.

Quanto a eles, depois de o terem adorado, voltaram para Jerusalém cheios de alegria. E estavam constantemente no Templo,

louvando e bendizendo a Deus. Amém.

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APARIÇÃO DE JESUS APÓS A SUA MORTE

Aparição de Jesus após a sua morte

56.

Mas, Maria (Madalena) se conservou fora, perto do sepulcro, derramando lágrimas. E, enquanto chorava, inclinou-se

para olhar dentro do sepulcro, e viu dois anjos vestidos de branco, sentados no lugar onde estivera o corpo de Jesus, um à

cabeceira e o outro aos pés. Eles lhe disseram: “Mulher, por que choras?” Ela respondeu: “É que levaram o meu Senhor e eu não

sei onde o puseram.”

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SENHOR JESUS

Prodígios por ocasião da morte de Jesus

54.

Ora, desde a sexta hora do dia até à nona, toda a Terra foi coberta pelas trevas.

A um só tempo, o véu do Templo se rasgou em dois, de alto a baixo; a terra tremeu; as pedras se fenderam; os sepulcros

se abriram e muitos corpos de santos, que estavam no sono da morte, ressuscitaram; e, saindo dos seus túmulos após a ressurreição,

vieram à cidade santa e foram vistos por muitas pessoas.

(Mateus, XXVII: 45 e 51 a 53.)

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A MULHER CURVADA

— A MULHER CURVADA —

19. Jesus ensinava numa sinagoga todos os dias de sábado.

Um dia, viu ali uma mulher possuída de um espírito que a mantinha doente há dezoito anos; ela estava tão curvada, que não podia olhar para cima. Vendo-a, Jesus a chamou e disse: “Mulher, estás livre da tua enfermidade.” Ao mesmo tempo lhe impôs as mãos; e ela imediatamente se endireitou, e disso rendeu graças a Deus.

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MÃO SECA

— A MÃO SECA —

18. De outra vez, Jesus entrou em uma sinagoga onde encontrou um homem que tinha uma das mãos seca. E eles o observavam para ver se Jesus o curaria em um dia de sábado, a fim de terem um motivo para acusá-lo.

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OS DEZ LEPROSOS

— OS DEZ LEPROSOS —

16. Um dia em que Jesus ia para Jerusalém, e passava pelos confins da Samaria e da Galileia, estando prestes a entrar numa aldeia, dez leprosos vieram ao seu encontro e, conservando-se afastados, elevaram suas vozes e lhe disseram: “Jesus, nosso Mestre, tem piedade de nós.” Quando os percebeu, Jesus lhes disse: “Ide vos mostrar aos sacerdotes.” Quando eles estavam a caminho, ficaram curados.

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O PARALÍTICO

— O PARALÍTICO —

14. Tendo entrado numa barca, Jesus atravessou o lago e veio à sua cidade (Cafarnaum). Como lhe apresentassem um paralítico deitado em um leito, Jesus, vendo a sua fé, disse ao paralítico: “Meu filho, tem confiança; os teus pecados te são perdoados.”

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O CEGO DE BETSAIDA

O CEGO DE BETSAIDA

12. Tendo chegado a Betsaida, trouxeram-lhe um cego e pediram que o tocasse.

 Tomando o cego pela mão, Jesus o levou para fora da vila, passou saliva nos seus olhos e, após impor-lhe as mãos, perguntou se via alguma coisa.

O homem, olhando, disse:

“Vejo homens andando que me parecem árvores.” Jesus colocou

de novo as mãos sobre os seus olhos e ele começou a ver

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A PESCA MILAGROSA

PESCA MILAGROSA

7. Um dia, quando Jesus estava à margem do Lago de Genesaré, e se achava cercado pela multidão que se comprimia

para ouvir a palavra de Deus, viu duas barcas atracadas à beira do lago; os pescadores haviam desembarcado e lavavam as suas redes.

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A ESTRELA DOS MAGOS

ESTRELA DOS MAGOS

4. Dizem que uma estrela apareceu aos magos que vieram adorar Jesus e que ela ia à frente deles para lhes indicar o caminho e que se deteve quando eles chegaram (Mateus, 2:1 a 12).

A questão não é saber se o fato que Mateus narra é real ou se não passa de uma figura de linguagem para indicar que os magos foram guiados de forma misteriosa ao lugar onde estava o Menino, dado que não há meio algum de verificação; a questão é saber se um fato de tal natureza é possível.

O que é certo é que naquela circunstância a luz não podia ser uma estrela. Na época em que o fato ocorreu, podia-se crer que as estrelas eram pontos luminosos pregados no firmamento e podiam cair sobre a Terra; mas não hoje, quando conhecemos a sua natureza.

Por não ter a causa a que lhe atribuem, o fato da aparição de uma luz com o aspecto de uma estrela não deixa de ser possível. Um Espírito pode aparecer sob uma forma luminosa, ou transformar uma parte do seu fluido perispiritual em foco luminoso. Muitos fatos desse gênero — modernos e perfeitamente autênticos — não procedem de outra causa, e essa causa não tem nada de sobrenatural.

A Gênese – Capítulo XV – item 4 – Allan Kardec

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